Passei os últimos anos entre estratégia, branding, direção editorial, produto digital e investigação. O ponto comum nunca foi o serviço. Foi a forma de olhar para os problemas.
Prefiro compreender antes de propor. Prefiro estruturar antes de comunicar. Prefiro deixar sistemas capazes de continuar úteis quando o projeto termina.
Sou curiosa em relação a quase tudo: livros, cinema, música, história, tecnologia, cerveja. É dessa mistura que costumam nascer as boas ideias.
Em 2019, cruzei o Atlântico e deixei a Baía de Todos-os-Santos para fazer de Portugal a minha casa, levando a Bahia comigo em tudo o que faço: na curiosidade, no afeto e na crença de que as melhores ideias nascem do encontro.
Estudei Publicidade e Propaganda na Universidade Salvador (UNIFACS), passei um semestre na Universidade da Beira Interior através de um programa de intercâmbio ibero-americano e, atualmente, estudo Comunicação Social no Politécnico de Leiria.
Comecei a trabalhar em agências de comunicação em Salvador, na Tuppi Criatividade e na DoisCriativos, antes de seguir o caminho independente. Ao longo desse percurso, desenvolvi trabalho em estratégia digital, criação de conteúdos e branding, além de experiência em produção de eventos.
Sou também sommelière de cervejas, certificada pelo Instituto da Cerveja Brasil, e fundei a Beeraba durante a pandemia, uma comunidade editorial independente sobre cultura cervejeira, criada para trazer mais leveza ao dia a dia.
Hoje trabalho entre Portugal e o Brasil. Gosto de ligar pessoas, ideias e contextos, transformando complexidade em estratégias claras e caminhos possíveis.
Em todos eles, parto da mesma pergunta: qual é o problema que ainda ninguém organizou? E que possibilidades surgem quando olhamos para ele de outra forma?
Sou freelancer e adapto-me ao contexto de cada projeto. Há trabalhos em que assumo a estratégia de ponta a ponta. Noutros, integro equipas e contribuo numa fase específica do processo.
As disciplinas mudam, da estratégia ao branding, da gestão de redes sociais ao email marketing, do planeamento ao design. O método é sempre o mesmo: compreender antes de propor, organizar antes de executar, documentar durante o processo, e não apenas no final.
Todo projeto começa por uma pergunta. Antes de falar sobre ferramentas, propostas ou prazos, procuro compreender o contexto. Por isso criei um briefing de descoberta. Não é obrigatório, mas ajuda a organizar ideias, revelar prioridades e tornar a primeira conversa muito mais produtiva.
Tudo deve tornar-se mais compreensível, para o cliente e para quem herdar o projeto depois.
Sistemas simples sobrevivem mais tempo do que campanhas isoladas.
O conhecimento só ganha valor quando pode ser reutilizado, por mim ou por outra pessoa.
Não prometo crescimento nem viralidade. Prometo compreender bem o problema antes de decidir, organizar a informação disponível e construir um sistema que continue a funcionar mesmo sem a minha presença constante.